Sailfish

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Set against the social turmoil of China's Cultural Revolution, 12 years old Yue Haiyang is forced to leave the swimming team despite his dreams to become the greatest swimmer of his generation. In a quest to fulfill his dream, friendship and loyalty are tested as three friends wade through the waters of personal struggle and social unrest.

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Sailfish torrent reviews

Thalia N (ca) wrote: ????, ??? ? ? ?? ??? ???... ? ??? ??? ????? ??? ??? ?? ? ? ? ??????... ? ?? ? ??? ??? ????... ? ? ??? ?...

Wes S (au) wrote: Boring story, terrible characters, and lame effects. It may sound like a cross over of two film franchise but it bears no resemblance to them. Ultimately bad ending that led no where. It's not one of Sci-fi channel's worst, but it's definitively isn't their best.

Felix W (ag) wrote: With this movie Tom Hanks proves he can not only act amazingly well but also write and direct a movie."That thing you do!" is a great movie that has feeling and doesn't drag on.The fact that there are not to many known actors in this movie actually makes it more enjoyable because the viewer can concentrate more in the actual plot and everything that's going on rather than a specific acting performance. The soundtrack is one of the best cinematic elements in the movie and it really is one of the most enjoyable soundtracks I have heard so far.The acting is by all actors is just great and the chemistry is just right. Also the audience experiences again how many feelings and emotions Tom Hanks can portray with his face alone. All in all "That thing you do!" is a very enjoyable movie that just flies by and that every music fan should see.

Burcu S (es) wrote: stephen dorff candy darling olarak fazla gzeldi, lili taylor da poponuzu tekmeler yani. gzel ve dogal bir film olmus, hakkinda o kadar az sey bilinerek yola cikan otobiyografik bir hikaye olmasina ragmen.Life in this society being, at best, an utter bore and no aspect of society being at all relevant to women, there remains to civic-minded, responsible, thrill-seeking females only to overthrow the government, eliminate the money system, institute complete automation and destroy the male sex.

Will M (br) wrote: There's only thetwo extremes in American animation that I've seen; either it's over-the-top filth (Adult Swim, Heavy Metal) or kiddie corn (anything else). This movie does neither; it's a well-told, mature war story, animated.

jarrad b (au) wrote: Not a bad flick, a good premise that while a little clunkly worked pretty well.

Tyler H (ag) wrote: A co-production between Toho and Rankin-Bass=giant monsters and Japanese actors with voices out of holiday specials. Paul Frees is the voice of Doctor Who (not THAT one). Watch in amazement, as Kong almost loses his head many times, and makes a dinosaur vomit foam.

Alyan H (jp) wrote: A decent film with awesome comedians still in there prime

Mark L (ca) wrote: I thought t was pretty good. I thought the filming was well done and the characters were pretty good. I thought the stoner diatribe in the middle was annoying but overall a worthy watch.

Matheus C (fr) wrote: Assim como a imagem de Charles Chaplin ficou eternizada no consenso popular atravs de seu personagem Vagabundo, caracterizado pelo seu bigode, bengala e chapu, a primeira relao que pode ser feita ao nome de Jacques Tati de uma figura alta, de cachimbo e chapu, vestindo um longo casaco e com um peculiar modo de caminhar. No se trata de uma descrio do ator e diretor francs, mas sim de seu personagem, o Sr. Hulot, que fez sua primeira apario no filme As Frias do Sr. Hulot. Meu Tio, o filme subseqente do diretor, apresenta o retorno do cmico personagem, desta vez entrando em conflito com a cultura consumista importada dos EUA que invadiu a Frana no perodo ps-guerra.Seguindo a linhagem de Chaplin, que produzia obras com um vis poltico e social, atravs de Meu Tio Tati exerce uma crtica modernizao, perda de valores interpessoais e criao de uma sociedade hedonista que busca o prazer atravs do consumo. Se com Tempos Modernos Chaplin mostrou como a industrializao estava levando o homem alienao social, Meu Tio mostra os resultados desta poca. Caracterizando os frutos desta sociedade ps-moderna, o filme nos apresenta a famlia Arpel, composta pelo Sr. e a Sra. Arpel (Jean-Pierre Zola e Adrienne Servatie) e seu jovem filho Gerard (Alain Becourt). Localizados em um bairro de classe alta do subrbio de Paris, os Arpel vivem em uma residncia cuja construo poderia ter sido extrada diretamente de um guia de Art Dco: uma enorme manso composta por vastos cmodos, uma garagem de porta mecanizada, uma vasta fachada com um jardim cercado por altos muros e, o smbolo mximo da ostentao, uma fonte em forma de peixe que a Sra. Arpel se orgulha em exibir aos visitantes. Todas as manhs, o Sr. Arpel dirige o pequeno Gerard para a escola a caminho do trabalho, enquanto a matriarca mecanicamente cuida dos servios domsticos todas as manhs. curioso perceber como, logo na abertura do filme, Tati nos apresenta a um mundo onde tudo imaculadamente perfeito na superfcie: a famlia amorosa que poderia ter sado de um filme norte-americano cercada por uma casa onde tudo brilha e onde a sra. Arpel metodicamente se preocupa com os mnimos detalhes em relao a limpeza da residncia e do carro do marido. Mais tarde ficamos sabendo, no entanto, que Gerard considerado uma "criana problema" por seus pais, pois no se preocupa com os padres ditados pela famlia e d maior ateno s brincadeiras do que aos estudos.Em um bairro mais humilde da cidade, mas onde o charme e a simplicidade da velha Frana ainda no cederam modernizao, encontra-se o Sr. Hulot (Tati), irmo da Sra. Arpel. Contrastando com a moradia perfeita e estril da irm, ele vive em uma vila onde os moradores moram prximos uns aos outros e inevitavelmente se cumprimentam todas as manhs; onde o gari varre as ruas e conversa incessantemente com o ocasional pedestre e onde as pessoas se unem ao redor das barracas de frutas e legumes para no perderem a ltima oferta da feira. Em um dos melhores planos do filme, vemos o grande sobrado onde o sr. Hulot mora e o caminho que ele percorre at chegar ao seu apartamento no ltimo andar: ele caminha atravs de apartamentos alheios, sobe lances de escada e ainda no caminho encontra diversos vizinhos. Uma de suas principais distraes o simples ato de ajustar a vidraa da janela para que o reflexo do sol faa o passarinho da gaiola do vizinho cantar.Naquele dia, o Sr. Hulot ficou encarregado de tomar conta do sobrinho. Aps busc-lo na escola, ele leva Gerard para um passeio nos arredores de seu bairro. Logo fazendo amizade com as crianas locais, o menino descobre o prazer de atividades simples como comer doce do vendedor da rua e fazer brincadeiras como distrair os pedestres na rua para que estes caminhem de encontro a um poste. Gerard v ento em seu tio uma vlvula de escape do estilo de vida de seus pais, tendo a oportunidade de ser uma criana como as demais. Utilizando o menino como ponte, Tati retrata na tela o exacerbado contraste entre o mundo do Sr. Hulot e do Sr. e Sra. Arpel. Assim como o tio, Gerard se sente uma figura estranha em sua prpria casa. O cotidiano de seus pais representa a idia do simulacro, onde a simulao de uma realidade mais fcil e mais moderna mais atraente do que a verdadeira realidade. "Os homens criam as ferramentas: estas, por sua vez, recriam os homens" afirmou o filsofo Marshall McLuhan em um de seus diversos estudos sobre a comunicao. Tal pensamento se estende ao comportamento dos personagens da alta classe de Meu Tio, pois as regras de sua conduta so ditadas pelas ferramentas ao seu redor. A casa dos Arpel, por exemplo, equipada com a mais variada sorte de objetos e ornamentos eletrnicos que supostamente deveriam simplificar a vida de seus moradores, mas que apenas os mantm mais afastados. A casa em si atua como outro personagem do filme: um ser grande e imponente, cujas janelas nos andares superiores assemelham-se a dois grandes olhos que observam os habitantes. No apenas isso, a casa ganha parece ganhar vida prpria, chegando ao ponto de aprisionar seus donos na garagem em uma das cenas mais cmicas do filme.Com a finalidade de demonstrar mais agudamente como as relaes so prejudicas pela interveno da tecnologia, Jacques Tati resolve investir em cenas relativamente longas demonstrando o cotidiano dos moradores do bairro do Sr. Hulot. De forma natural, as pessoas conversam, fofocam, brigam, xingam, mas, acima de tudo, confraternizam e se divertem juntas. Cercados por altos muros, as relaes do casal Arpel com o mundo esterno se resumem aos amigos de trabalho do marido e vizinha de classe alta que acabara de se mudar. As relaes burguesas so formadas por jogos de aparncias, conversas superficiais, sorrisos falsos e laos emocionais arranjados. Assim como o Vagabundo de Chaplin se sente desconfortvel em meio tecnologia, o Sr. Hulot se sente recuado entre este meio que no lhe familiar. Conseqentemente, a tentativa da Sra. Arpel de unir o irmo com a vizinha e de lhe dar um cargo na empresa do marido falham terrivelmente. Ao invs de criar peas especficas, Tati aproveita tais situaes para injetar a fita com seu caracterstico humor. Abolindo quase totalmente o uso de closes no filme, o diretor mostra a preferncia por planos abertos, o que d valor figura peculiar de seu personagem e nos mantm distantes da fatia mais fria e impessoal do mundo de Meu Tio. Assim como Chaplin, Keaton e Laurel e Hardy, Tati faz uso de um humor visual, favorecendo a ao sobre os dilogos. Estes, por sua vez, no possuem um grande papel no filme, dando espao ao criativo uso do design de som: os efeitos sonoros das cenas ambientadas em meio classe alta so mecnicos e artificiais, contrastando com os sons naturais e orgnicos do subrbio.Ao incio de Meu Tio, os crditos da produo so dispostos em placas de construo, com imagens das obras de um prdio sendo usada como pano de fundo. A seguir, o ttulo do filme aparece escrito em uma parede do bairro do Sr. Hulot. O que Jacques Tati quis dizer com esta justaposio de imagens, supe-se, que lugares como este pequeno subrbio e os estilos de vida que os acompanham esto sendo cada vez mais cercados e substitudos por grandes edifcios e corporaes. O que era ainda um perodo de transio em 1958 atualmente uma realidade cultural, o que apenas contribui para tornar Meu Tio ainda mais ressonante nos dias de hoje do que quando foi lanado.